segunda-feira, 5 de julho de 2010

...

Não posso mais falar de mim, não sou mais eu.

Agora entendo os marinheiros que se dedicam ao mar,
não é por escolha,
é porque são feitos do mesmo sal,
da mesma espuma,
dormem e acordam com o mesmo vento,
e não se terminam...

Assim são as mães que se dedicam aos filhos,
não é por escolha,
é porque são feitos do mesmo mar,
do mesmo vento,
sussurram o mesmo fado,
e não se terminam...

8 comentários:

claire disse...

que linda essa imagem de mesmo mar!

senhorita feliciana disse...

para de me fazer chorar, eu to longe, espera eu voltar!

as lágrimas, assim como o mar e marinheiros, são salgadas, e são feitas do mesmo ar... lágrimas de amor.

Colageno de Dona–Turu disse...

lembrei de varias musicas de marinheiros que passaram por nossas vidas!!!!!


oceanos de sentimentos nesse ano tão intenso e ritmado ao mesmo tempo!

Luisa Coser disse...

mae é mar....

Ramon Alcântara disse...

eita busca non sense.... voltas em si, carambolas e muito eterno retorno justificável...

lindo poema!

abz

moisés poeta disse...

gostei do seu blog !
um beijo !

Fernanda Caetano disse...

muito tempo que nao passo aqui...muito sensível tudo...e o mar ...morreria sem ele por perto...

Ilana Reznik disse...

lindo, sabrina!